A psicologia nunca foi apenas uma profissão para mim. Sempre foi uma forma de tentar compreender aquilo que nem sempre consegue ser explicado.

Comecei estudando o corpo de outro lugar, pela odontologia. Achei que ia ser apenas um caminho técnico, mas o que me chamou atenção foi sempre a pessoa atrás do sintoma. Por que algumas dores resistem a todos os tratamentos. Por que o mesmo procedimento dói tanto em uns e quase nada em outros. Por que o corpo guarda o que a memória já esqueceu.

Foi essa pergunta que me levou para a psicologia, e depois para a pesquisa em psicobiologia, onde estudo, hoje, as relações entre dor crônica, corpo, gênero e comportamento. Não como abstração. Como tentativa de entender melhor as histórias que chegam até aqui.

A ciência me ensinou a fazer perguntas melhores.
O encontro com as pessoas me ensinou o que importa.

Sobre o jeito de trabalhar

Não trabalho com fórmulas. Não acredito em respostas prontas, nem para mim, muito menos para você. Cada conversa começa de onde você consegue chegar, com a linguagem que você tem disponível naquele momento. Inclusive sem linguagem nenhuma.

Meu trabalho não é traduzir o que você sente. É construir, com você, um espaço onde a tradução possa acontecer no seu tempo. Às vezes isso leva uma sessão. Às vezes leva meses. Os dois ritmos são legítimos.

Algumas pessoas chegam aqui sabendo exatamente o que querem trabalhar. Outras chegam com uma sensação difusa de que algo precisa ser olhado. As duas formas estão certas. Não tem currículo para entrar.

Formação

Sou psicóloga formada e atuante. Tenho formação anterior em Odontologia e atualmente sou doutoranda em Psicobiologia, com pesquisa focada em dor crônica, corpo, gênero e comportamento. Esses títulos importam pouco no primeiro encontro, mas estão aqui, caso você queira saber.

O que você não vai encontrar aqui

Diagnósticos rápidos. Conselhos. Frases motivacionais. Aquele tipo de psicologia que parece um manual de autoajuda travestido de ciência. Também não vai encontrar julgamento, nem disfarçado de preocupação, nem como pergunta retórica.

Nadyne

Se faz sentido pra você,
vamos conversar com calma.

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