Tem um tipo de cansaço que só as relações sabem produzir. Aquele que vem de tentar muito, de explicar de novo, de querer ser entendida sem precisar pedir.
A gente conversa sobre as relações que existem agora, sobre as que terminaram e ainda doem, sobre as que parecem se repetir com pessoas diferentes. Sobre família. Sobre amizade. Sobre amor. Sobre os vínculos que a gente herdou e os que a gente está aprendendo a construir.
O foco não é encontrar culpados, nem fora, nem dentro. É entender como você chega aos vínculos, o que espera deles, o que oferece, o que aceita. E, principalmente, o que está disposta a deixar de aceitar.
O amor pode ser muitas coisas. Mas dificilmente é o que te apaga.
O que costuma aparecer
Relacionamentos onde você se sente invisível. Brigas que se repetem com roteiros já decorados. Separações que aconteceram no papel mas continuam em curso por dentro. Famílias com vínculos difíceis de nomear. Amizades que mudaram e ninguém quis falar sobre.
Nada disso é pequeno. Tudo isso cabe.